Muito se fala de Bariloche. Pena que os comentários e propagandas, quase sempre, resumem-se ao ski, ao snowboard, às baladas, e aos hotéis caros.
Bariloche tem de tudo, especialmente, lugares dignos de qualquer cartão postal europeu.
Melhor porque é barato, fácil de ir, aconchegante, e a língua não cria qualquer empecilho.
Estas primeiras fotos são do inverno. Lagos e estradas de tirar o fôlego entre Bariloche e San Martin de los Andes (cerca de 100km ao norte). Você pode alugar um carro ou ir de ônibus, saindo das rodoviárias de hora em hora. Tem pousadas bem baratas nas duas cidades. As duas tem estações de ski, agências de turismo e passeios variados para uns 4 a 7 dias. Cada passeio custa entre 30 a 50 reais, na média. O mais caro são os dias esquiando. Custam cerca de 200 reais, entre entrada na montanha e passe livre nos teleféricos (80 reais), locação de equipamentos (80 reais) e roupas (20 reais), além de comida e água (20 reais mínimo).
Você pode chegar em Bariloche de avião ou de ônibus. Recomendo a segunda opção. A viagem saindo de Buenos Aires é muito confortável e passa por lugares muito bonitos. As linhas saem umas 5 da tarde e chegam cerca de 10 da manhã. Os ônibus são muito confortáveis e custam cerca de R$ 60 reais, dependendo da classe. A chegada, pela manhã, é espetacular. O melhor é sentar na primeira poltrona, com vista panorâmica.
Depois escrevo mais.

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